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Perguntas frequentes

Respostas da nossa equipe sobre dor, tratamentos, pilates na gestação e fisioterapia pélvica.

Não, não é normal sentir dor — mas é comum. A dor é uma experiência que faz parte da vida dos seres vivos e acontece em diversos momentos, por várias causas, de diversas formas, intensidades e durações. Porém, ninguém gosta (e nem deve) viver com dor. Ao sentir uma dor persistente, procure um profissional da saúde: o fisioterapeuta tem conhecimento para te avaliar e te ajudar a resolvê-la.

Nem sempre. A dor é um sinal de alerta do organismo e pode estar relacionada a fatores como sobrecarga, fadiga, estresse, sono e sensibilização do sistema nervoso — nem sempre existe uma lesão estrutural. Por isso a avaliação fisioterapêutica é fundamental para entender a origem do seu caso.

Não é necessário encaminhamento médico para iniciar a avaliação fisioterapêutica. Quando identificamos sinais que exigem investigação médica, encaminhamos e mantemos comunicação constante com o médico responsável para um atendimento integral.

Na maioria dos casos, não. O repouso prolongado pode piorar a rigidez, a fraqueza muscular e a sensibilidade à dor. O movimento adequado, dosado e supervisionado costuma ser parte essencial do tratamento.

Sim, desde que o movimento seja adequado à sua condição. Nossa avaliação define quais exercícios, em qual intensidade e frequência são seguros e eficazes para o seu caso.

Em geral, as gestantes iniciam o Pilates após a 12ª semana gestacional e/ou após liberação médica. Porém, se não houver restrições relacionadas à condição clínica da gestante, é possível iniciar antes da 12ª semana.

O Pilates visa fortalecimento muscular, mobilidade articular, coordenação, equilíbrio e alongamento dos principais grupos musculares, com adaptação para todos os níveis de condicionamento. O treino do controle da respiração facilita a oxigenação do bebê e melhora a conexão da mulher com as transformações do seu corpo. Com o corpo preparado, há menos chance de complicações comuns como pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, incontinência urinária, diástase abdominal patológica, dor lombar e insônia.

São adaptados trimestralmente, considerando o período de gestação e a condição física de cada mulher. São realizados de forma individual, com monitoração do nível de esforço, valores pressóricos, frequência cardíaca e saturação de oxigênio — cuidados para que seja um método seguro.

É destinada ao tratamento de todas as disfunções urinárias, intestinais e sexuais, em todas as fases da vida. Inicialmente é realizada uma avaliação composta por questionários e por um exame físico (diferente do exame realizado pelo(a) ginecologista). Não é necessário encaminhamento médico nem diagnóstico pré-estabelecido. Os exercícios são específicos para cada diagnóstico e fase do tratamento e as sessões são individuais, preservando a intimidade da paciente.

Depende da queixa, da complexidade e da evolução da disfunção de cada paciente, da frequência das sessões e, em alguns casos, da reeducação de hábitos. Em média, o tratamento não dura um longo período e apresenta resultados positivos, podendo até haver reversão total das disfunções.

As sessões são individuais e têm uma hora de duração, com técnicas e protocolos de tratamento escolhidos conforme as evidências científicas mais recentes.

Sim. Realizamos visitas domiciliares para adaptações do ambiente, bem como orientações na escola ou no trabalho, sempre que isso contribuir para os objetivos da reabilitação.

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